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domingo, 26 de janeiro de 2014

Ilustração: Favole Libertine por Milo Manara


Manara é um Mestre, e um Mestre bem profícuo!
Fez muitas ilustrações que são vendidas em formato de litografia, o Ebay está cheio delas, e decidiu em 2011 reunir doze delas num portefólio de autor chamado "Favole Libertine".























Ilustrações plenas de erotismo, algumas quase poéticas, focadas temporalmente no período seiscentista da História.
A tensão sexual está patente com muita força e uma figura que Manara muito gosta, o voyer, se destaca em muitas delas. Claro que o clérigo depravado (outra figura recorrente de Manara) também tinha de estar presente...

Deste livro de ilustrações apresento sete (contando com a ilustração de capa), onde poderão apreciar a arte erótica deste italiano.













































Divertim-se!

domingo, 12 de janeiro de 2014

Ilustração: Lettere di una Monaca Portoghese por Milo Manara


Apresento seis ilustrações do desenhador italiano Milo Manara do seu livro "Lettere di una Monaca Portoghese".
Livro de 1997, tem como motivo Sóror Mariana Alcoforado, uma freira portuguesa do Convento de Nossa Senhora da Conceição em Beja.

Esta freira teve as suas cartas de amor publicadas em livro com o título Lettres Portugaises (As Cartas Portuguesas) e é considerado neste momento um clássico mundial da literatura.


São cinco cartas dirigidas ao Marquês de Chamilly e deram origem inclusivamente a um filme do espanhol Jesús Franco: Love Letters of a Portuguese Nun.

Manara não perdeu a oportunidade para fazer aquilo que melhor sabe... ora vejam!













































De notar que Mariana Alcoforado viveu entre 1640 e 1723.

Divirtam-se!

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Kama Sutra


Livro publicado pela Meribérica em 2004 da autoria de Milo Manara.
Como é apanágio deste autor enquanto argumentista, a história é super simples e vale sobretudo pela arte do mestre Manara.

Este livro tem a particularidade de ser um pouco mais explícito dentro da pornochachada normal de Manara, que por norma evita a visualização do órgão sexual masculino e a penetração explícita para que os seus livros não sejam considerados pornográficos puros. Fazendo isso os seus livros poderiam ter de ser vendidos com menos exposição ao público...

Mas neste ele não teve esses problemas. Embora não faça grandes planos de penetrações, elas estão lá ou o livro não se chamasse Kama Sutra!

O livro conta a história de Paula, apaixonada de Shiva, que fica na posse de um pequeno embrulho durante a confusão provocada por um acidente.
Não sabe o que há-de fazer ao embrulho, visto que não estava endereçado... então telefona à sua depravada amiga Lulu para aconselhamento!

Esta aconselha a abrir, e (lol) encontra um cinto com o formato de piça, feito de pele de piça e que fala telepaticamente! (O Manara tem umas drogas fixes...) Mais, ainda lhe pede uma massagem!
:D
Bem, depois da punheta lá sai o Shiva tipo génio da lâmpada... aqui seria mais génio da piça!

Este apresenta-lhe uma série de provas difíceis blá blá blá para que se possam amar em Agosto blá blá blá e Lulu aparece lá a casa.

Esta traz o emplastro do primo, que vai ser útil para uma pequena orgia tântrica, como Shiva manda fazer.

Mas a orgia é interrompida por um seguidor de Kali furioso (o dono do embrulho). Queria o cinto feito de piça (que falava quando erecto), mas Paula e Lulu fogem de casa em trajes muito reduzidos embora se separem durante fuga.

Depois de algumas peripécias, onde mais um fetiche de Manara dá a cara (uma shemale), são capturadas pelos seguidores de Kali, e Lulu tem de passar bravamente por um conjunto de provas sexuais violentas para que Paula não seja morta por um tigre.

No final... Paula dá uma queca poética com o Shiva, Lulu prefere o cinto piça e viveram felizes para sempre!
Ta-dam!
:D

É um livro divertido.


E agora fiquem com algumas das provas "duras" porque Lulu teve de passar para salvar a sua amiga...  e podem ver que é uma amiga sem problemas!



Já agora deixo aqui uma capa de uma edição francesa, que eu acho muito bonita:


Divirtam-se!

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

O Clic 4



E assim chegamos ao fim do ciclo Clic de Milo Manara.
Este foi o último livro da série (felizmente), também o único num registo a preto e branco, e novamente conta mais um episódio da vida de Cláudia Christiani nas mãos do famigerado objecto que a faz saltar para uma libertinagem e devassidão absoluta!

Tenho dois sentimentos a relação a este livro. Por um lado posso considerar o pior da série, e talvez por isso Manara tenha ficado por aqui. Por outro lado penso que graficamente é o mais belo de todos.

Milo Manara domina a técnica do preto e branco como poucos e isso faz com que o livro tenha excelentes páginas, graficamente falando. É impressionante como consegue apenas com umas linhas fazer excelentes desenhos, para depois conseguir num registo mais trabalhado páginas belíssimas!

Tentou fazer uma história com mais profundidade que nos livros antecessores. Falhou redondamente.
Começou bem, sim, com o início a entrar no mundo da corrupção e da máfia italiana. Mas…
Mas embora o humor negro de Manara ainda tenha uns quantos apontamentos, isso não é suficiente para um argumento médio se não tiver uma história a apoiar.
E sim, história praticamente não existe… Até eu sou melhor argumentista que este Manara!

É uma “história” de vingança. Uma firma médica cujo marido de Cláudia é um importante accionista, provoca danos irreversíveis em alguns doentes. O pai de uma modelo ficou cego devido a isto…
O senhor Christiani para além de accionista da empresa é também um importante advogado e claro, irá tentar livrar a firma do pagamento de grandes indeminizações aos prejudicados.


A maneira que esta modelo arranjou para descredibilizar o advogado é precisamente usando um melhorado e mais potente emissor inventado pelo Dr Fez, e que provoca as crises de devassidão em Cláudia.


E pronto. A “história” é isto!
Salvam-se os desenhos de Manara, que eu adorei.
:)

... e felizmente Milo Manara interrompeu aqui esta série!

Podem ver as minhas críticas aos anteriores três livros desta série nos links seguintes:

O Clic

O Clic 2

O Clic 3


Divirtam-se!

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Ilustração: Tigreza por Milo Manara



Bem... Tigreza foi o que eu lhe chamei, porque não sabia o nome original da ilustração, nem sequer se tinha nome... Para o LBD PoP PorN passa a ser a Tigreza!

Em relação a esta ilustração... bem... nem sei o que passou pela cabeço deste italiano para desenhar isto... a droga dele tem de ser forte!
LOL

Sinceramente é daquelas ilustrações de que eu não sei o que pensar!
(Excepto que o Manara é completamente doido e tarado...!)

Divirtam-se!

domingo, 8 de setembro de 2013

O Clic 3


Mais um Clic, mais uma história com Claudia Christiani.
Este livro já é o esticar da série, embora compreenda porque esta série deu muito dinheiro a Milo Manara, e como qualquer artista que vive só da sua arte, se dá dinheiro vamos explorar!

Neste livro Manara eleva as taras, fetiches e outras perversões a um nível superior!
Tinha de o fazer para manter o público do Clic satisfeito…
:D
Mas como tinha acontecido nos dois livros anteriores, nunca vemos o acto sexual entre dois humanos. Manara foge sempre à consumação física do acto sexual. Tudo roda entre o voyerismo, fetichismo e masturbação. É quase tântrico…























Neste livro Manara “inventou” mais uma cena louca. Uma das protagonistas desta história, Anna Rita tem visões quando lhe fazem enemas com uma receita de infusões Índias…
Ora Culorva, o bandidão do livro quer saber onde encontrar pepitas de ouro de tamanho gigante.
Ora, nada como enfiar litradas dessa infusão pelo cu acima de Anna Rita, que imediatamente entra em transe.

Claudia entra em cena para ajudar Anna Rita, mas Culorva é violento e esta decide continuar o seu caminho para fazer a cobertura jornalística de uma seita.























Pois, Claudia vai ao encontro desta seita, mas um rapaz de mota vai atrás dela com a famigerada caixinha vermelha.
Este rapaz resgata Anna Rita do rio para onde tinha fugido da mulher de Culorva, e ambos se dirigem ao gigantesco templo da seita em forma de Caracol.

Esta seita era muito sui generis. O seu pastor queria falar com as estrelas através da energia pré-orgásmica dos jovens seguidores desta “religião”. Então estes jovens andavam sempre cheios de tesão sem nunca atingirem o orgasmo. Isto torna-se caricato no jovem que acompanha Claudia na sua fuga do templo: uma erecção permanente!
:D






















Bem, o “pastor” desta seita, Tauma, acaba por comprar a caixinha vermelha…
O resto do livro é para ser lido e não contado. De qualquer modo o sentido peculiar de humor de Manara não desaparece neste livro, antes pelo contrário, conseguindo algumas cenas bem hilariantes. E claro, a sua vertente negra também está presente…
A arte é muito boa, é o cartão-de-visita de Manara mesmo quando o argumento é fraco. E na realidade os argumentos de Manara nunca são por aí além…
(Mas posso dizer que Claudia é mandada para o meio de 50.000 homens em estado de abstinência forçada, e ela com a caixinha vermelho no máximo... o que acham que aconteceu?)

Este livro é a prova da minha persistência de coleccionador. Existe uma versão banal em capa mole, que abunda em todas as feiras de BD e com preços bastante baixos.
Este livro que eu apresento é de capa dura, consegui comprar num site de leilões quase novo por um preço irrisório! É que este livro em capa dura é quase impossível de obter, quase não existe!
Foram sete anos de espera até aparecer um exemplar…


Podem ver a crítica aos dois volumes anteriores da série no link em baixo:
O Clic
O Clic 2

Divirtam-se!

terça-feira, 4 de junho de 2013

O Clic 2



O sucesso do livro “O Clic” fez com que Milo Manara voltasse a esta série. Assim voltamos à verdadeiramente sexy Claudia Cristiani (um nome verdadeiramente cristão…) e à famigerada (ou não) caixinha vermelha.


Manara graficamente tem aqui mais um trabalho exemplar. A riqueza dos segundos planos, os corpos femininos… tudo em grande!
Tem aqui o seu registo de construção de página típico. Seis vinhetas por página, ocasionalmente cinco, com rédea larga para todas as suas loucuras.

De notar o trabalho gráfico de Manara nas últimas oito páginas... é simplesmente fabuloso! Estas páginas chamam logo à atenção por terem uma construção diferente daquela que fiz notar atrás. Apenas duas vinhetas por página, e vale a pena ver!

Essencialmente este é um livro de puro voyerismo. Não existe nunca penetração com o órgão sexual masculino! Temos submissão feminina, masturbação, um pouco de fellatio e penetração com dedos.
Mas o leitor menos atento nem repara neste pormenor que é tudo! As cenas que Manara prepara são cheias de momentos excitantes, muitas vezes com vários fetiches, e nem é preciso a penetração, pura e dura, para estimular o leitor.

O fetiche de Manara por relações anais é por um lado refreado pela falta de penetração fálica, usando-se os dedos sempre, por outro lado aborda o fisting anal pela primeira vez.


Claudia continua a vida após os eventos anteriores de pura loucura sexual. A caixinha vermelha tinha sido perdida na estância de férias de Inverno e o seu marido tinha ido à loucura…
O seu tio arranjou-lhe trabalho como jornalista ecológica numa estação de televisão nos EUA, portanto tudo corria bem!

Até que um jovem com aparência de James Dean faz a sua aparição com a sua caixinha…
Porquê? Como? Quando?
Estas perguntas são respondidas no livro… digamos que é uma vingança de alguém do seu passado!

A história é divertida como no primeiro volume, simples, eficaz e vai de encontro aquilo que o leitor quer encontrar num livro de Manara. Desenhos fabulosos, cores fantásticas, com a representação do corpo feminino próximo da perfeição.
Claro… o humor de Manara é muito próprio, e está sempre presente!

Brevemente o completamente lúbrico "Clic 3" neste blogue, que agora irá ter mais movimento. Já tenho um pouco mais de tempo para ele, felizmente!




Podem ver a crítica ao primeiro volume da série no link em baixo:
O Clic

Divirtam-se!

Hardcover
Publicado pela Meribérica em 2004
Autor: Milo Manara

domingo, 7 de abril de 2013

Penteados



E hoje apetece-me falar de penteados.

Qué que foi? Falo do que me apetece aqui, e se me apetece falar de penteados e a sua evolução falo. (“falo” é uma palavra magnífica, não é?) hihihihihi

Ora bem, esta coisa dos pelos púbicos (ou públicos se for um filme porno) tem muito (ou quase nada) que se lhe diga.
Nos anos 70 (lamento mas antes disso devia ser o caos, os horror), vou partir dos anos 70 do sec. XX.

Ora bem nessa altura a grande moda era a big-trunfa, coisa para fazer inveja a qualquer penteado mais afro. Aliás é ver os velhinhos a comentarem “tinha uma pentelheira” como se isso fosse um tesouro alcançável por poucas.

Aliás, em criança (há séculos, portanto) ouvi dizer que “mulher sem pintelhos é bruxa”. Não percebi bem a ligação na altura, e continuo sem perceber.

O que raio tem a bruxaria a ver com a falta de pêlo? Queimavam-nos a saltar as fogueiras que faziam quando se reuniam com o meu pai? Este é mais um dos mistérios insondáveis do universo.

O problema (para os amantes do carpélio) foi o aparecimento dos bikinis cada vez mais reduzidos, e bikini reduzido significa carpélio reduzido, sim que se há coisa nojenta de ver (ou engraçada, depende do ponto de vista) é ver uma fulana “toda boa” com bigodes laterais.


E a redução tem sido tanta que, actualmente, o mulherio não quer é pelo nenhum, ou quando muito deixam um tufinho “à Hitler” e já é muito.

E agora há a depilação definitiva e tudo. Quero ver se a moda felpuda volta como é que vão resolver o problema, vai abrir-se um nicho de mercado “perucas pubianas” hihihihihihi


E os homens?

Bom, homem que é homem não se depila. Uga buga.

Nã nã nã nã nã mentira, agora há os kilometrosexuais (que aquilo de metrossexuais já é uma medida curta), eles depilam-se, não só nas pernas, no peito, nas costas, nos braços, e sim, também os tin-tins (autchh deve doer cumó catano), e ficam ali que, com óleo devem escorregar como uns verdadeiros enguias.

Depois há os que “não estão nem aí” e têm os pêlos todos com que a natureza os dotou, nunca aparando nada em lugar nenhum, largando mais pêlo que um cão. Mas há quem goste.

A minha teoria para o total desmatamento que hoje se verifica é: Os filmes porno. Porquê? (dirão vocês de olhos arregalados - parecem o Lobo Mau, que quer comer a capuchinho, mas acaba sempre por ficar com a avózinha), porque nos filmes, se não houver pelos vê-se melhor, e, nos homens, a pila parece maior, se não tiver aquela sombra negra ali a tapar a “paisagem”. Além disso fica tudo com um ar mais asseado, porque depois a nhãnha e tal agarrada aos pelos não é coisa bonita de se ver.


Há que lembrar a cultura Bear, que se estão a borrifar para os canônes da beleza, são o que são, gordinhos ou magros, com pêlos, e sem complexos. A eles, a minha vénia.

E por aí? Quais são as preferências, e porquê?

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

O Clic


Este post não será nada original de tão óbvio que é…
Clic!
:D
Pois, existem quatro Clic e todos irão passar por aqui. Não é que sejam grandes obras narrativas, mas também não é por isso que toda a gente os lê às escondidas na FNAC… sim porque comprando arriscam-se a que a mulher em casa lhes dê com a frigideira, e os mande rezar várias “Avé Maria e Pais Nossos”!


O autor é Milo Manara. Não o tenho como grande argumentista de BD, mas sim como excelente desenhador. Este primeiro Clic tornou-o conhecido em todo o mundo pela loucura sexual que espalhou pelas 47 pranchas deste livro.
Financeiramente deve ter sido óptimo para Manara, um sucesso por todo o lado, e porquê?

Manara vai buscar muitas fantasias do imaginário masculino, leva-as quase ao extremo graficamente sem que o livro resvale para o 100% pornográfico, e caramba… uma pessoa diverte-se a ler isto! Existem imensas de cenas cómicas de cariz sexual que retiram o peso ao livro, tornando-se uma “leitura” agradável.
Manara brinca com o leitor criando situações completamente rocambolescas, mesmo em cenas que passam o limite do aceitável na sociedade ocidental.

Para além disto temos de dizer que Manara é um grande artista! Graficamente irrepreensível, as páginas bem construídas, os corpos humanos com tudo no sítio e aqui nesta altura ainda andava à procura da “mulher Manara”, ou seja, temos várias mulheres bem distintas e não como ultimamente que a única coisa que varia é o cabelo e o tom de pele…
É um artista superior! Comprovadamente.

Este primeiro Clic inicia as aventuras da púdica e conservadora Sra. Christiani…
Claudia Christiani está bem casada com um advogado, velho, gordo (e rico), mas é conservadora e não iria estragar o seu casamento apenas por causa de uma aventura.
Um dos amigos do seu marido prega-lhe uma partida, porque ela dizia que ele o enojava fisicamente, implantando no seu cérebro um receptor de um aparelho destinado a combater a impotência masculina. O emissor quando ligado leva Claudia às maiores loucuras sexuais.
E assim se vai brincando durante o livro todo.

Destaco duas cenas por me terem feito rir, e pela sua carga de fantasia masculina. Claudia no cinema, a enrolar-se com o espectador do seu lado direito enquanto o seu marido estava do lado esquerdo… isto culmina com uma relação anal na fila para a casa de banho sempre com o marido a ver sem saber o que fazer!
A outra, numa estância de ski onde ela mete um diamante de milhares dentro do anus com uma vela acesa… lol a perseguição é super cómica, mas lá está… a carga sexual de fantasia masculina é enorme neste capítulo!

Não é um livro que eu recomende a toda a gente, mas sinceramente… é divertido e descomplicado! Quem não tenha problemas na cabeça vai divertir-se com certeza! Claudia faz tudo! Tenta um Padre, o empregado da loja de roupa, o detective… eu sei lá… vale tudo mesmo!
Excepto para o marido… esse coitado, é verdadeiramente o “cornudo”, como lhe chamou o tipo do cinema!

(Manara é mesmo um velho devasso…)
Lol
E já agora, não comprem os livros O Clic publicado pela revista para homens GQ, pois encontram-se censurados… Os da Meribérica não.

Divirtam-se!

Hardcover
Publicado pela Meribérica em  2004
Autor: Milo Manara

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Ilustração: Milo Manara

Milo Manara é conhecido, muito conhecido, dentro da Banda Desenhada e Ilustração erótica.
Tem alguns defeitos, como por exemplo as mulheres serem todas muito parecidas umas com as outras, mas considero que isso é algo que tem estado a acontecer de há uns anos para cá, conforme ele vem envelhecendo...
É minha opinião que ele chegou ao SEU ideal de beleza feminina e começou a desenhar as suas mulheres por essa bitola.
Mas continua um desenhador magnífico, e um pintor de mão cheia como o demonstra esta pintura. Olhem bem para os detalhes da água, dos azulejos ou da simples toalha. está tudo muito bem feito! Para Manara não é só a figura central da mulher que deve ficar perfeita. Toda a envolvência e os mínimos detalhes são tratados como as suas mulheres...

Além disso... não há ninguém que faça cabelos de mulher tão belos e perfeitos como ele!
(Opinião pessoal)
:D