quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Autores: Tanino Liberatore


Gaetano Liberatore de seu nome é mais um autor italiano com foco no erótico-pornográfico.
Estudou arquitectura na universidade de Roma, mas nos anos 70 iniciou-se no mundo design de capas para discos de música, inclusivamente desenhando capas para álbuns de Frank Zappa!























A sua obra maior é RanXerox, mas possui vários livros de ilustração, trabalhando bastante para a revistas como a Transfert, Métal Hurlant, A Suivre, L'Écho des savanes e a Chic.
Também trabalhou no título Batman, e em The Savage Sword of Conan.


RanXerox deu polémica logo pelo nome... originalmente era mesmo Rank Xerox, mas a marca de fotocopiadoras não gostou e foi alterado para RanXerox. Uma história de ficção-científica dentro do sub-género Cyber-Punk com o seu quê de erotismo.
O seu mundo erótico anda muito de mão dada com bastante violência e por vezes navegando em situações absurdas...























Liberatore tem um estilo particular de desenhar mulheres, nem sempre bonitas e nem sempre com as curvas no sítio, mas consegue mesmo na fealdade ser sensual. Faz lembrar um pouco Hermann Huppen no que respeita ao desenho feminino...
Para além de RanXerox recomendo deste autor, Portrait De La Bete En Rock Star e Les Femmes de Liberatore.













































Divirtam-se

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Ilustração: The Troubles of Janice por Erich von Götha


Erich von Götha é o pseudónimo de Robin Ray, um ilustrador e desenhador de BD inglês.
É famoso pela sua vertente BDSM (bondage e disciplina, sadismo e masoquismo) na Banda Desenhada.
A série que lhe deu fama foi precisamente The Troubles of Janice, de onde saiu esta ilustração.

Infelizmente os livros desta série estão completamente esgotados, e no mercado paralelo atingem preços absurdos...

Divirtam-se!

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Autores: Giovanni Romanini


Os italianos são os mestres do erotismo na Banda Desenhada, disso não há dúvida!
Giovanni Romanini é um conhecido autor de Fumetti (BD Italiana), tendo feito trabalhos para séries bem conhecidas do público como Tex e Martin Mystère.























Mas a vertente que nos interessa neste blogue é mesmo a erótica-pornográfica.
Romanini é o autor de séries que ficaram célebre, como Satanik, Pornostar, Lady Domina ou Ulula.

Começou as suas aventuras no Fumetti nos finais dos anos 60, quando se dá o seu encontro com um outro grande desenhador italiano: Roberto Raviola (Magnus).
É nesta altura que trabalha em Kriminal e Satanik.























Satanik faz com que Romanini entre mais no mundo do Fumetti porno-erótico, e aí não para mais! Inicia a criação de séries como as nomeadas acima, e trabalha nalgumas obras com as duas estrelas do cinema porno italiano Ilona Staller  (Cicciolina), tornando-se bastante amigo desta "jeitosa"...
:D

Apreciem algumas imagens do trabalho deste excelente autor italiano. De notar que na internet não aprecem muitas imagens "hard" deste autor, e aquelas que o poderiam ser estão censuradas com "bolinhas"...
















































Divirtam-se!


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Leituras de BD PoP PorN


No dia 28 de Janeiro de 2013 eu e a Diabba criámos o blogue Leituras de BD PoP Porn.
Seria um blogue para mostrar imagens que seriam impensáveis no Leituras de BD, relativamente a BD porno-erótica e a temas controversos.

Este blogue tem estado parado, não por falta de ideias ou livros que caiam dentro da temática, mas sim por causa das denúncias de mentes mais apertadinhas...
E isso prejudicou também o Leituras de BD ( blogue irmão deste, mais bem comportado...), pois também foi alvo de denúncias por parte dessas castas pessoas...

O PoP PorN nunca foi um blogue de acesso imediato. Logo desde o início foi "cadastrado" por nós como "Para Adultos", ou seja, quem fosse acessar o blogue imediatamente era avisado pelo Blogger que estavam a entrar num blogue de conteúdo adulto.

Mas mesmo assim os ratos de sacristia, e outros que não são ratos de sacristia mas sim outro tipo de ratos ainda piores, começaram a denunciar anonimamente esse blogue, apesar do aviso de conteúdos adultos.
Foi de tal forma que as minhas contas Google sofreram um aviso de que poderiam ser suspensas!

Assim, este blogue (LBD PoP PorN) não será mais divulgado por nós em grupos do Facebook, ou mesmo na página do Leituras de BD do Facebook.
A partir de agora quem tiver interesse nos conteúdos do LBD PP vai ter de o colocar nos favoritos, ou subscrever os "feeds" respectivos.

O LBD PP vai seguir o seu caminho, devagar, e longe do seu irmão mais bem comportado.

DIVIRTAM-SE!

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Ilustração: Druuna de Paolo Eleuteri Serpieri


É Verão e apetece...
Mais umas quantas ilustrações bem "frescas" à volta desta personagem!

Reparem bem na arte deste homem, Serpieri é grande!
E nada de Photoshop... tudo feito "à unha".
































Tenho a certeza que gostaram!

Divirtam-se!

Ilustração: Violence por Dany


Gosto muito desta faceta de Dany. Acho as suas ilustrações com sexy pin-ups muito bonitas e sugestivas!
Esta já é a terceira vez que Dany é referido neste blogue por alguma razão...
Podem espreitar os outros dois posts com material deste autor nos seguintes links:

Nos Bastidores: Colombe Tiredaile 

Sex Cartoon: What are you thinking? por Dany

Apreciem a boa arte de Dany mais uma vez!


Divirtam-se!

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Ilustração: Natacha por François Walthéry


É... é Verão e está calor! Nada melhor que a Natacha na praia!
Li as primeiras aventuras desta hospedeira de bordo nas páginas da revista Spirou.
Devia ter para aí 11 ou 12 anos, não sei... mas sei que mesmo vestida era sexy e uma das histórias que mais me prendia quando coleccionava essa revista de Vasco Granja.

Acontece que o seu criador queria uma coisa mais apimentada, só que isso não dava para sair numa revista desse género... assim ficou-se pelos pin-ups!

François Walthéry criou Natacha em 1970 para a revista Spirou francesa, e tornou-se numa série bastante popular em França como provam os 21 álbuns publicados (o último que saiu foi em 2010):
  1. Hôtesse de l'air
  2. Natacha et le Maharadjah
  3. La mémoire de métal
  4. Un trône pour Natacha
  5. Double vol
  6. Le treizième apôtre
  7. L'hôtesse et Monna Lisa
  8. Instantanés pour Caltech
  9. Les machines incertaines
  10. L'île d'outre-monde
  11. Le grand pari
  12. Les culottes de fer
  13. Les nomades du ciel
  14. Cauchemirage
  15. La ceinture de Cherchemidi
  16. L'ange blond
  17. La veuve noire
  18. Natacha et les dinosaures
  19. La mer de rochers
  20. Atoll 66
  21. Le regard du passé
Infelizmente nunca foi publicado em álbum em Portugal, como disse atrás, apenas na revista Spirou saiu Natacha: Hospedeira do Ar, e depois Natacha e o Marajá.

Ficam aqui com uma hospedeira que passa por aventuras super exóticas e divertidas, mas neste caso um pouco mais despida que o normal...



























Divirtam-se!

terça-feira, 11 de junho de 2013

Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte V)


Depois de uma cena muito ao estilo Hentai no post anterior, eis que temos seis páginas de completo sacrilégio católico...

Coitado do anjinho papudo que perdeu a virgindade e foi sugado até ao tutano, pela freira mais demoníaca do convento. Madre danada!

Espero que depois de lerem estas páginas se dirijam o mais prontamente possível ao confessionário mais próximo.
:P




































Este fim de semana haverá mais seis páginas desta angelical obra de Ignacio Noe.
E poderão ver as outras partes desta obra já publicadas aqui neste santo blogue, se clicarem nos links aqui em baixo:

Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte I)

Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte II)

Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte III)

Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte IV)

Divirtam-se!

domingo, 9 de junho de 2013

Submissão



Antes de mais nada vou falar sempre em submissão masculina porque me dá mais jeito na escrita, mas isto vale para ambos os sexos.

Posto isto, cá vai:

Tenho pensado o que leva os humanos à submissão perante outro.


Quando falo de submissão, não estou a falar de temor reverencial, de respeito por alguém mais velho, inteligente, etc., falo de submissão como entrega absoluta. Um “sou teu” que leva o submisso a permitir que a sua Dona – porque é disso que se trata, uma entrega tal que o submisso passa a ser propriedade daquela a quem se submete – faça dele o que bem entender.

Desenganem-se aqueles que pensam só existirem submissos sexuais, e que “ah e tal, só são submissos porque na verdade são masoquistas, e o que procuram é alguém que seja sádica e lhe proporcione o prazer da dor”, é mentira, a entrega consiste apenas no “dar prazer à Dona”, mesmo que a eles, submissos, não lhes traga nenhuma gratificação orgásmica, aliás nem a esperam, nem a procuram, apenas servem. O seu prazer está rigorosamente aí: servir.

Se os submissos gostam de sexo? Claro que gostam, mas não é a sua prioridade, a prioridade é a satisfação da Dona, e se a Dona os premiar com o direito a terem um orgasmo é porque realmente se portaram muito bem a fazer algo que lhes foi ordenado.

E o orgasmo não tem de, obrigatoriamente, ser conseguido com a Dona, pode ser apenas um prazer solitário, devidamente autorizado.


E o melhor prémio pode nem ser um orgasmo (leram a parte em que sexo não é fundamental para os submissos?). A autorização para beijar os pés da Dona pode ser tão satisfatório para um submisso como um orgasmo para um não submisso.

Há quem tenhas Donas fisicamente agressivas, há quem tenha Donas emocionalmente devastadoras, há quem tenha Donas que misturam tudo. O submisso nunca sabe como lhe correrá o dia, a noite, a semana, depende sempre da vontade da Dona.

Pode ter de usar trela, pode ter de usar sinais de propriedade, podem ter de dormir no chão, ao lado da cama da Dona, podem ter de se alimentar como se de um cão se trate, de quatro, e sem talheres.

O uso de brinquedos sexuais pela Dona no seu submisso é mais do que certo, e o submisso sabe disso, e obedece, sujeita-se, aceita. E se assim não for corre o risco de levar um correctivo físico.

Todavia não se pense que a Dona é um ser maléfico que está ali só para fazer mal àquele humano que lhe pertence. Acredito, firmemente, que há uma relação de paixão recíproca, e assim sendo nunca uma Dona fará mal, para além de determinados limites, ao seu escravo.

Mas como saber quais são os limites, quer da Dona, quer do escravo?



É algo que deve ficar muito claro desde o início, e as regras estipuladas devem ser respeitadas por ambos. As regras são muito importantes neste género de relação, sem elas a relação corre o risco de ser curta e, quiçá, perigosa.

Deve existir uma palavra de segurança que o escravo possa usar quando a Dona se excede no jogo, sim a relação Domme/sub é um jogo, e há quem saiba jogá-lo, e quem não saiba, e se não sabem não joguem.

Respeito mútuo é fundamental.

E desde o início deve existir um regra basilar:

O escravo tem uma única liberdade – um dia pode dizer à Dona “a partir de hoje sou livre, não volto”, e aí é a Dona que se submete à vontade deste, e deve deixá-lo partir sem questões.

E por aí, há muitos sonhadores com a submissão?