segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Leituras de BD PoP PorN
No dia 28 de Janeiro de 2013 eu e a Diabba criámos o blogue Leituras de BD PoP Porn.
Seria um blogue para mostrar imagens que seriam impensáveis no Leituras de BD, relativamente a BD porno-erótica e a temas controversos.
Este blogue tem estado parado, não por falta de ideias ou livros que caiam dentro da temática, mas sim por causa das denúncias de mentes mais apertadinhas...
E isso prejudicou também o Leituras de BD ( blogue irmão deste, mais bem comportado...), pois também foi alvo de denúncias por parte dessas castas pessoas...
O PoP PorN nunca foi um blogue de acesso imediato. Logo desde o início foi "cadastrado" por nós como "Para Adultos", ou seja, quem fosse acessar o blogue imediatamente era avisado pelo Blogger que estavam a entrar num blogue de conteúdo adulto.
Mas mesmo assim os ratos de sacristia, e outros que não são ratos de sacristia mas sim outro tipo de ratos ainda piores, começaram a denunciar anonimamente esse blogue, apesar do aviso de conteúdos adultos.
Foi de tal forma que as minhas contas Google sofreram um aviso de que poderiam ser suspensas!
Assim, este blogue (LBD PoP PorN) não será mais divulgado por nós em grupos do Facebook, ou mesmo na página do Leituras de BD do Facebook.
A partir de agora quem tiver interesse nos conteúdos do LBD PP vai ter de o colocar nos favoritos, ou subscrever os "feeds" respectivos.
O LBD PP vai seguir o seu caminho, devagar, e longe do seu irmão mais bem comportado.
DIVIRTAM-SE!
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Ilustração: Druuna de Paolo Eleuteri Serpieri
Ilustração: Violence por Dany
Gosto muito desta faceta de Dany. Acho as suas ilustrações com sexy pin-ups muito bonitas e sugestivas!
Esta já é a terceira vez que Dany é referido neste blogue por alguma razão...
Podem espreitar os outros dois posts com material deste autor nos seguintes links:
Nos Bastidores: Colombe Tiredaile
Sex Cartoon: What are you thinking? por Dany
Apreciem a boa arte de Dany mais uma vez!
Divirtam-se!
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Ilustração: Natacha por François Walthéry
É... é Verão e está calor! Nada melhor que a Natacha na praia!
Li as primeiras aventuras desta hospedeira de bordo nas páginas da revista Spirou.
Devia ter para aí 11 ou 12 anos, não sei... mas sei que mesmo vestida era sexy e uma das histórias que mais me prendia quando coleccionava essa revista de Vasco Granja.
Acontece que o seu criador queria uma coisa mais apimentada, só que isso não dava para sair numa revista desse género... assim ficou-se pelos pin-ups!
François Walthéry criou Natacha em 1970 para a revista Spirou francesa, e tornou-se numa série bastante popular em França como provam os 21 álbuns publicados (o último que saiu foi em 2010):
- Hôtesse de l'air
- Natacha et le Maharadjah
- La mémoire de métal
- Un trône pour Natacha
- Double vol
- Le treizième apôtre
- L'hôtesse et Monna Lisa
- Instantanés pour Caltech
- Les machines incertaines
- L'île d'outre-monde
- Le grand pari
- Les culottes de fer
- Les nomades du ciel
- Cauchemirage
- La ceinture de Cherchemidi
- L'ange blond
- La veuve noire
- Natacha et les dinosaures
- La mer de rochers
- Atoll 66
- Le regard du passé
Ficam aqui com uma hospedeira que passa por aventuras super exóticas e divertidas, mas neste caso um pouco mais despida que o normal...

Divirtam-se!
terça-feira, 11 de junho de 2013
Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte V)
Depois de uma cena muito ao estilo Hentai no post anterior, eis que temos seis páginas de completo sacrilégio católico...
Coitado do anjinho papudo que perdeu a virgindade e foi sugado até ao tutano, pela freira mais demoníaca do convento. Madre danada!
Espero que depois de lerem estas páginas se dirijam o mais prontamente possível ao confessionário mais próximo.
:P



Este fim de semana haverá mais seis páginas desta angelical obra de Ignacio Noe.
E poderão ver as outras partes desta obra já publicadas aqui neste santo blogue, se clicarem nos links aqui em baixo:
Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte I)
Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte II)
Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte III)
Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte IV)
Divirtam-se!
domingo, 9 de junho de 2013
Submissão
Antes de mais nada vou falar sempre em submissão masculina porque me dá mais jeito na escrita, mas isto vale para ambos os sexos.
Posto isto, cá vai:
Tenho pensado o que leva os humanos à submissão perante outro.
Quando falo de submissão, não estou a falar de temor reverencial, de respeito por alguém mais velho, inteligente, etc., falo de submissão como entrega absoluta. Um “sou teu” que leva o submisso a permitir que a sua Dona – porque é disso que se trata, uma entrega tal que o submisso passa a ser propriedade daquela a quem se submete – faça dele o que bem entender.
Desenganem-se aqueles que pensam só existirem submissos sexuais, e que “ah e tal, só são submissos porque na verdade são masoquistas, e o que procuram é alguém que seja sádica e lhe proporcione o prazer da dor”, é mentira, a entrega consiste apenas no “dar prazer à Dona”, mesmo que a eles, submissos, não lhes traga nenhuma gratificação orgásmica, aliás nem a esperam, nem a procuram, apenas servem. O seu prazer está rigorosamente aí: servir.
Se os submissos gostam de sexo? Claro que gostam, mas não é a sua prioridade, a prioridade é a satisfação da Dona, e se a Dona os premiar com o direito a terem um orgasmo é porque realmente se portaram muito bem a fazer algo que lhes foi ordenado.
E o orgasmo não tem de, obrigatoriamente, ser conseguido com a Dona, pode ser apenas um prazer solitário, devidamente autorizado.
E o melhor prémio pode nem ser um orgasmo (leram a parte em que sexo não é fundamental para os submissos?). A autorização para beijar os pés da Dona pode ser tão satisfatório para um submisso como um orgasmo para um não submisso.
Há quem tenhas Donas fisicamente agressivas, há quem tenha Donas emocionalmente devastadoras, há quem tenha Donas que misturam tudo. O submisso nunca sabe como lhe correrá o dia, a noite, a semana, depende sempre da vontade da Dona.
Pode ter de usar trela, pode ter de usar sinais de propriedade, podem ter de dormir no chão, ao lado da cama da Dona, podem ter de se alimentar como se de um cão se trate, de quatro, e sem talheres.
O uso de brinquedos sexuais pela Dona no seu submisso é mais do que certo, e o submisso sabe disso, e obedece, sujeita-se, aceita. E se assim não for corre o risco de levar um correctivo físico.
Todavia não se pense que a Dona é um ser maléfico que está ali só para fazer mal àquele humano que lhe pertence. Acredito, firmemente, que há uma relação de paixão recíproca, e assim sendo nunca uma Dona fará mal, para além de determinados limites, ao seu escravo.
Mas como saber quais são os limites, quer da Dona, quer do escravo?
É algo que deve ficar muito claro desde o início, e as regras estipuladas devem ser respeitadas por ambos. As regras são muito importantes neste género de relação, sem elas a relação corre o risco de ser curta e, quiçá, perigosa.
Deve existir uma palavra de segurança que o escravo possa usar quando a Dona se excede no jogo, sim a relação Domme/sub é um jogo, e há quem saiba jogá-lo, e quem não saiba, e se não sabem não joguem.
Respeito mútuo é fundamental.
E desde o início deve existir um regra basilar:
O escravo tem uma única liberdade – um dia pode dizer à Dona “a partir de hoje sou livre, não volto”, e aí é a Dona que se submete à vontade deste, e deve deixá-lo partir sem questões.
E por aí, há muitos sonhadores com a submissão?
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte IV)
Depois de um interregno por falta de tempo dos responsáveis deste santo e imaculado blogue, eis que vamos parar outra vez ao Convento do Inferno!
Hoje temos uma cena muito Hentai... (ehehehehheh)
Se quiserem começar a ler desde o princípio têm os links das partes anteriores no final do post.
;)



Podem ver as outras três partes aqui:
Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte I)
Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte II)
Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte III)
Para vossa alegria, brevemente mais seis páginas!
:D
Divirtam-se!
terça-feira, 4 de junho de 2013
O Clic 2
O sucesso do livro “O Clic” fez com que Milo Manara voltasse a esta série. Assim voltamos à verdadeiramente sexy Claudia Cristiani (um nome verdadeiramente cristão…) e à famigerada (ou não) caixinha vermelha.
Manara graficamente tem aqui mais um trabalho exemplar. A riqueza dos segundos planos, os corpos femininos… tudo em grande!
Tem aqui o seu registo de construção de página típico. Seis vinhetas por página, ocasionalmente cinco, com rédea larga para todas as suas loucuras.
De notar o trabalho gráfico de Manara nas últimas oito páginas... é simplesmente fabuloso! Estas páginas chamam logo à atenção por terem uma construção diferente daquela que fiz notar atrás. Apenas duas vinhetas por página, e vale a pena ver!
Essencialmente este é um livro de puro voyerismo. Não existe nunca penetração com o órgão sexual masculino! Temos submissão feminina, masturbação, um pouco de fellatio e penetração com dedos.
Mas o leitor menos atento nem repara neste pormenor que é tudo! As cenas que Manara prepara são cheias de momentos excitantes, muitas vezes com vários fetiches, e nem é preciso a penetração, pura e dura, para estimular o leitor.
O fetiche de Manara por relações anais é por um lado refreado pela falta de penetração fálica, usando-se os dedos sempre, por outro lado aborda o fisting anal pela primeira vez.
Claudia continua a vida após os eventos anteriores de pura loucura sexual. A caixinha vermelha tinha sido perdida na estância de férias de Inverno e o seu marido tinha ido à loucura…
O seu tio arranjou-lhe trabalho como jornalista ecológica numa estação de televisão nos EUA, portanto tudo corria bem!
Até que um jovem com aparência de James Dean faz a sua aparição com a sua caixinha…
Porquê? Como? Quando?
Estas perguntas são respondidas no livro… digamos que é uma vingança de alguém do seu passado!
A história é divertida como no primeiro volume, simples, eficaz e vai de encontro aquilo que o leitor quer encontrar num livro de Manara. Desenhos fabulosos, cores fantásticas, com a representação do corpo feminino próximo da perfeição.
Claro… o humor de Manara é muito próprio, e está sempre presente!
Brevemente o completamente lúbrico "Clic 3" neste blogue, que agora irá ter mais movimento. Já tenho um pouco mais de tempo para ele, felizmente!
Podem ver a crítica ao primeiro volume da série no link em baixo:
O Clic
Divirtam-se!
Hardcover
Publicado pela Meribérica em 2004
Autor: Milo Manara
terça-feira, 16 de abril de 2013
Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte III)
Mais seis páginas do ultra debochado Convent of Hell.
Ignacio Noe deu outro significado a ser freira, levando essa fantasia masculina ao limite!
Vamos às páginas:




Podem ver as outras duas partes aqui:
Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte I)
Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte II)
Brevemente mais seis páginas, isto ainda é só o aquecimento!
:D
Divirtam-se!
domingo, 7 de abril de 2013
Penteados
E hoje apetece-me falar de penteados.
Qué que foi? Falo do que me apetece aqui, e se me apetece falar de penteados e a sua evolução falo. (“falo” é uma palavra magnífica, não é?) hihihihihi
Ora bem, esta coisa dos pelos púbicos (ou públicos se for um filme porno) tem muito (ou quase nada) que se lhe diga.
Nos anos 70 (lamento mas antes disso devia ser o caos, os horror), vou partir dos anos 70 do sec. XX.
Ora bem nessa altura a grande moda era a big-trunfa, coisa para fazer inveja a qualquer penteado mais afro. Aliás é ver os velhinhos a comentarem “tinha uma pentelheira” como se isso fosse um tesouro alcançável por poucas.
Aliás, em criança (há séculos, portanto) ouvi dizer que “mulher sem pintelhos é bruxa”. Não percebi bem a ligação na altura, e continuo sem perceber.
O que raio tem a bruxaria a ver com a falta de pêlo? Queimavam-nos a saltar as fogueiras que faziam quando se reuniam com o meu pai? Este é mais um dos mistérios insondáveis do universo.
O problema (para os amantes do carpélio) foi o aparecimento dos bikinis cada vez mais reduzidos, e bikini reduzido significa carpélio reduzido, sim que se há coisa nojenta de ver (ou engraçada, depende do ponto de vista) é ver uma fulana “toda boa” com bigodes laterais.
E a redução tem sido tanta que, actualmente, o mulherio não quer é pelo nenhum, ou quando muito deixam um tufinho “à Hitler” e já é muito.
E agora há a depilação definitiva e tudo. Quero ver se a moda felpuda volta como é que vão resolver o problema, vai abrir-se um nicho de mercado “perucas pubianas” hihihihihihi

E os homens?
Bom, homem que é homem não se depila. Uga buga.
Nã nã nã nã nã mentira, agora há os kilometrosexuais (que aquilo de metrossexuais já é uma medida curta), eles depilam-se, não só nas pernas, no peito, nas costas, nos braços, e sim, também os tin-tins (autchh deve doer cumó catano), e ficam ali que, com óleo devem escorregar como uns verdadeiros enguias.
Depois há os que “não estão nem aí” e têm os pêlos todos com que a natureza os dotou, nunca aparando nada em lugar nenhum, largando mais pêlo que um cão. Mas há quem goste.
A minha teoria para o total desmatamento que hoje se verifica é: Os filmes porno. Porquê? (dirão vocês de olhos arregalados - parecem o Lobo Mau, que quer comer a capuchinho, mas acaba sempre por ficar com a avózinha), porque nos filmes, se não houver pelos vê-se melhor, e, nos homens, a pila parece maior, se não tiver aquela sombra negra ali a tapar a “paisagem”. Além disso fica tudo com um ar mais asseado, porque depois a nhãnha e tal agarrada aos pelos não é coisa bonita de se ver.
Há que lembrar a cultura Bear, que se estão a borrifar para os canônes da beleza, são o que são, gordinhos ou magros, com pêlos, e sem complexos. A eles, a minha vénia.
E por aí? Quais são as preferências, e porquê?
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