terça-feira, 11 de junho de 2013

Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte V)


Depois de uma cena muito ao estilo Hentai no post anterior, eis que temos seis páginas de completo sacrilégio católico...

Coitado do anjinho papudo que perdeu a virgindade e foi sugado até ao tutano, pela freira mais demoníaca do convento. Madre danada!

Espero que depois de lerem estas páginas se dirijam o mais prontamente possível ao confessionário mais próximo.
:P




































Este fim de semana haverá mais seis páginas desta angelical obra de Ignacio Noe.
E poderão ver as outras partes desta obra já publicadas aqui neste santo blogue, se clicarem nos links aqui em baixo:

Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte I)

Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte II)

Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte III)

Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte IV)

Divirtam-se!

domingo, 9 de junho de 2013

Submissão



Antes de mais nada vou falar sempre em submissão masculina porque me dá mais jeito na escrita, mas isto vale para ambos os sexos.

Posto isto, cá vai:

Tenho pensado o que leva os humanos à submissão perante outro.


Quando falo de submissão, não estou a falar de temor reverencial, de respeito por alguém mais velho, inteligente, etc., falo de submissão como entrega absoluta. Um “sou teu” que leva o submisso a permitir que a sua Dona – porque é disso que se trata, uma entrega tal que o submisso passa a ser propriedade daquela a quem se submete – faça dele o que bem entender.

Desenganem-se aqueles que pensam só existirem submissos sexuais, e que “ah e tal, só são submissos porque na verdade são masoquistas, e o que procuram é alguém que seja sádica e lhe proporcione o prazer da dor”, é mentira, a entrega consiste apenas no “dar prazer à Dona”, mesmo que a eles, submissos, não lhes traga nenhuma gratificação orgásmica, aliás nem a esperam, nem a procuram, apenas servem. O seu prazer está rigorosamente aí: servir.

Se os submissos gostam de sexo? Claro que gostam, mas não é a sua prioridade, a prioridade é a satisfação da Dona, e se a Dona os premiar com o direito a terem um orgasmo é porque realmente se portaram muito bem a fazer algo que lhes foi ordenado.

E o orgasmo não tem de, obrigatoriamente, ser conseguido com a Dona, pode ser apenas um prazer solitário, devidamente autorizado.


E o melhor prémio pode nem ser um orgasmo (leram a parte em que sexo não é fundamental para os submissos?). A autorização para beijar os pés da Dona pode ser tão satisfatório para um submisso como um orgasmo para um não submisso.

Há quem tenhas Donas fisicamente agressivas, há quem tenha Donas emocionalmente devastadoras, há quem tenha Donas que misturam tudo. O submisso nunca sabe como lhe correrá o dia, a noite, a semana, depende sempre da vontade da Dona.

Pode ter de usar trela, pode ter de usar sinais de propriedade, podem ter de dormir no chão, ao lado da cama da Dona, podem ter de se alimentar como se de um cão se trate, de quatro, e sem talheres.

O uso de brinquedos sexuais pela Dona no seu submisso é mais do que certo, e o submisso sabe disso, e obedece, sujeita-se, aceita. E se assim não for corre o risco de levar um correctivo físico.

Todavia não se pense que a Dona é um ser maléfico que está ali só para fazer mal àquele humano que lhe pertence. Acredito, firmemente, que há uma relação de paixão recíproca, e assim sendo nunca uma Dona fará mal, para além de determinados limites, ao seu escravo.

Mas como saber quais são os limites, quer da Dona, quer do escravo?



É algo que deve ficar muito claro desde o início, e as regras estipuladas devem ser respeitadas por ambos. As regras são muito importantes neste género de relação, sem elas a relação corre o risco de ser curta e, quiçá, perigosa.

Deve existir uma palavra de segurança que o escravo possa usar quando a Dona se excede no jogo, sim a relação Domme/sub é um jogo, e há quem saiba jogá-lo, e quem não saiba, e se não sabem não joguem.

Respeito mútuo é fundamental.

E desde o início deve existir um regra basilar:

O escravo tem uma única liberdade – um dia pode dizer à Dona “a partir de hoje sou livre, não volto”, e aí é a Dona que se submete à vontade deste, e deve deixá-lo partir sem questões.

E por aí, há muitos sonhadores com a submissão?

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte IV)



Depois de um interregno por falta de tempo dos responsáveis deste santo e imaculado blogue, eis que vamos parar outra vez ao Convento do Inferno!

Hoje temos uma cena muito Hentai... (ehehehehheh)

Se quiserem começar a ler desde o princípio têm os links das partes anteriores no final do post.
;)



































Podem ver as outras três partes aqui:

Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte I)

Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte II)

Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte III)

Para vossa alegria, brevemente mais seis páginas!
:D

Divirtam-se!

terça-feira, 4 de junho de 2013

O Clic 2



O sucesso do livro “O Clic” fez com que Milo Manara voltasse a esta série. Assim voltamos à verdadeiramente sexy Claudia Cristiani (um nome verdadeiramente cristão…) e à famigerada (ou não) caixinha vermelha.


Manara graficamente tem aqui mais um trabalho exemplar. A riqueza dos segundos planos, os corpos femininos… tudo em grande!
Tem aqui o seu registo de construção de página típico. Seis vinhetas por página, ocasionalmente cinco, com rédea larga para todas as suas loucuras.

De notar o trabalho gráfico de Manara nas últimas oito páginas... é simplesmente fabuloso! Estas páginas chamam logo à atenção por terem uma construção diferente daquela que fiz notar atrás. Apenas duas vinhetas por página, e vale a pena ver!

Essencialmente este é um livro de puro voyerismo. Não existe nunca penetração com o órgão sexual masculino! Temos submissão feminina, masturbação, um pouco de fellatio e penetração com dedos.
Mas o leitor menos atento nem repara neste pormenor que é tudo! As cenas que Manara prepara são cheias de momentos excitantes, muitas vezes com vários fetiches, e nem é preciso a penetração, pura e dura, para estimular o leitor.

O fetiche de Manara por relações anais é por um lado refreado pela falta de penetração fálica, usando-se os dedos sempre, por outro lado aborda o fisting anal pela primeira vez.


Claudia continua a vida após os eventos anteriores de pura loucura sexual. A caixinha vermelha tinha sido perdida na estância de férias de Inverno e o seu marido tinha ido à loucura…
O seu tio arranjou-lhe trabalho como jornalista ecológica numa estação de televisão nos EUA, portanto tudo corria bem!

Até que um jovem com aparência de James Dean faz a sua aparição com a sua caixinha…
Porquê? Como? Quando?
Estas perguntas são respondidas no livro… digamos que é uma vingança de alguém do seu passado!

A história é divertida como no primeiro volume, simples, eficaz e vai de encontro aquilo que o leitor quer encontrar num livro de Manara. Desenhos fabulosos, cores fantásticas, com a representação do corpo feminino próximo da perfeição.
Claro… o humor de Manara é muito próprio, e está sempre presente!

Brevemente o completamente lúbrico "Clic 3" neste blogue, que agora irá ter mais movimento. Já tenho um pouco mais de tempo para ele, felizmente!




Podem ver a crítica ao primeiro volume da série no link em baixo:
O Clic

Divirtam-se!

Hardcover
Publicado pela Meribérica em 2004
Autor: Milo Manara

terça-feira, 16 de abril de 2013

Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte III)



Mais seis páginas do ultra debochado Convent of Hell.

Ignacio Noe deu outro significado a ser freira, levando essa fantasia masculina ao limite!
Vamos às páginas:

















































Podem ver as outras duas partes aqui:

Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte I)

Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte II)

Brevemente mais seis páginas, isto ainda é só o aquecimento!
:D

Divirtam-se!

domingo, 7 de abril de 2013

Penteados



E hoje apetece-me falar de penteados.

Qué que foi? Falo do que me apetece aqui, e se me apetece falar de penteados e a sua evolução falo. (“falo” é uma palavra magnífica, não é?) hihihihihi

Ora bem, esta coisa dos pelos púbicos (ou públicos se for um filme porno) tem muito (ou quase nada) que se lhe diga.
Nos anos 70 (lamento mas antes disso devia ser o caos, os horror), vou partir dos anos 70 do sec. XX.

Ora bem nessa altura a grande moda era a big-trunfa, coisa para fazer inveja a qualquer penteado mais afro. Aliás é ver os velhinhos a comentarem “tinha uma pentelheira” como se isso fosse um tesouro alcançável por poucas.

Aliás, em criança (há séculos, portanto) ouvi dizer que “mulher sem pintelhos é bruxa”. Não percebi bem a ligação na altura, e continuo sem perceber.

O que raio tem a bruxaria a ver com a falta de pêlo? Queimavam-nos a saltar as fogueiras que faziam quando se reuniam com o meu pai? Este é mais um dos mistérios insondáveis do universo.

O problema (para os amantes do carpélio) foi o aparecimento dos bikinis cada vez mais reduzidos, e bikini reduzido significa carpélio reduzido, sim que se há coisa nojenta de ver (ou engraçada, depende do ponto de vista) é ver uma fulana “toda boa” com bigodes laterais.


E a redução tem sido tanta que, actualmente, o mulherio não quer é pelo nenhum, ou quando muito deixam um tufinho “à Hitler” e já é muito.

E agora há a depilação definitiva e tudo. Quero ver se a moda felpuda volta como é que vão resolver o problema, vai abrir-se um nicho de mercado “perucas pubianas” hihihihihihi


E os homens?

Bom, homem que é homem não se depila. Uga buga.

Nã nã nã nã nã mentira, agora há os kilometrosexuais (que aquilo de metrossexuais já é uma medida curta), eles depilam-se, não só nas pernas, no peito, nas costas, nos braços, e sim, também os tin-tins (autchh deve doer cumó catano), e ficam ali que, com óleo devem escorregar como uns verdadeiros enguias.

Depois há os que “não estão nem aí” e têm os pêlos todos com que a natureza os dotou, nunca aparando nada em lugar nenhum, largando mais pêlo que um cão. Mas há quem goste.

A minha teoria para o total desmatamento que hoje se verifica é: Os filmes porno. Porquê? (dirão vocês de olhos arregalados - parecem o Lobo Mau, que quer comer a capuchinho, mas acaba sempre por ficar com a avózinha), porque nos filmes, se não houver pelos vê-se melhor, e, nos homens, a pila parece maior, se não tiver aquela sombra negra ali a tapar a “paisagem”. Além disso fica tudo com um ar mais asseado, porque depois a nhãnha e tal agarrada aos pelos não é coisa bonita de se ver.


Há que lembrar a cultura Bear, que se estão a borrifar para os canônes da beleza, são o que são, gordinhos ou magros, com pêlos, e sem complexos. A eles, a minha vénia.

E por aí? Quais são as preferências, e porquê?

sexta-feira, 5 de abril de 2013

sexta-feira, 22 de março de 2013

Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte II)


Como é Sexta-Feira à noite, nada melhor que mais seis páginas de Convent of Hell.
É a continuação da Parte I, e espero que se divirtam a ler mais um pouco desta grande obra pornográfica de Ignacio Noe!

Vamos às páginas!





























Para acederem às primeiras seis páginas:
Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte I)

E para a semana mais seis páginas.

Divirtam-se!

quinta-feira, 14 de março de 2013

Leitura ao Vivo: Sex Lies and Porn Video Tapes


Uma história curta e divertida para o fim de noite pelo desenhador Fiki!
:D
Não conhecia este autor, mas pronto... achei piada à historinha.

São apenas três páginas, as outras ficam a dormir já aqui em baixo!





Divirtam-se!

quarta-feira, 13 de março de 2013

Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte I)



Estreia de nova rubrica: Leitura ao vivo!

Iniciamos esta leitura com um livro muito esgotado, Convent of Hell de Ignacio Noe.
Cada parte terá entre 4 a 6 páginas, portanto se quiserem seguir este livro mantenham-se atentos ao Leituras de BD PoP PorN!

Então aqui vai:






























Espero que tenham gostado do início... pode-se dizer que é um início "soft" de Ignacio Noe!
Esperam pelas próximas páginas!

Divirtam-se!