quinta-feira, 14 de março de 2013
Leitura ao Vivo: Sex Lies and Porn Video Tapes
Uma história curta e divertida para o fim de noite pelo desenhador Fiki!
:D
Não conhecia este autor, mas pronto... achei piada à historinha.
São apenas três páginas, as outras ficam a dormir já aqui em baixo!
Divirtam-se!
quarta-feira, 13 de março de 2013
Leitura ao Vivo: Convent of Hell (Parte I)
Estreia de nova rubrica: Leitura ao vivo!
Iniciamos esta leitura com um livro muito esgotado, Convent of Hell de Ignacio Noe.
Cada parte terá entre 4 a 6 páginas, portanto se quiserem seguir este livro mantenham-se atentos ao Leituras de BD PoP PorN!
Então aqui vai:



Espero que tenham gostado do início... pode-se dizer que é um início "soft" de Ignacio Noe!
Esperam pelas próximas páginas!
Divirtam-se!
terça-feira, 12 de março de 2013
Ilustração: The Piano Tuner por Ignacio Noe
Ignacio Noe é um dos grandes do género pornográfico, disso não restem dúvidas.
Como trabalhos relevantes e mais conhecidos temos o esgotadíssimo Convent of Hell que tem preços loucos no Amazon, e o Piano Tuner.
Prometo passar aqui o Convent of Hell todo!
(Mas em partes, claro...)
:P
Divirtam-se
sábado, 2 de março de 2013
Nos Bastidores: Colombe Tiredaile
Pois, nos bastidores porquê??
Porque não arranjei nenhum nome melhor para esta rubrica!
:D
Funciona assim: são personagem que são publicadas de um modo muito vestido, mas que os seus criadores e alguns fãs se divertem a despi-las fora da série!
Iniciamos a rubrica com uma personagem do grande desenhador da BD Franco-Belga Dany, e que protagoniza na maravilhosa série Olivier Rameau. Esta série iniciou-se em 1970 com o livro "La merveilleuse Odyssée d'Olivier Rameau et de Colombe Tiredaile" e foi finalizada em 2005 com "Les Disparus du Bayou Plalah". Algumas histórias saíram em português na revista Tintim:
- A maravilhosa odisseia de Olivier Rameau e Colombe Tiredaile
- A bola de faz-de-conta
- O castelo das 4 luas
- A caravela sem destino
- O pássaro que anda daqui para ali
- O espelho de três faces
- A trompete do silêncio
- Hallucinaville
No Mundo de Aventuras:
- A balada do espantalho
Apresento-vos:
Colombe Tiredaile

Divirtam-se!
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Lorna and Her Robot
Alfonso Azpiri nasceu em Madrid, no ano de 1947 e os seus primeiros trabalhos remontam ao princípio da década de “70”. Primeiramente trabalha para revistas infantis, mas rapidamente tenta o mercado erótico italiano em ascensão. Em finais dos anos “70” começa a sua importante ligação à editora espanhola Norma Editorial. A partir daqui os seus trabalhos passam a ser conhecidos e reconhecidos internacionalmente, tendo como obras fortes “Lorna”, “Wet Dreams” , “Pesadillas” (desta série, que ficou incompleta em português por parte da ASA, foi editado o 1º tomo de três, com o nome de Pesadelos), e uma série infantil para o jornal espanhol “El País”: Mot!
“Lorna” e “Wet Dreams” penso que foram integralmente editados em Inglês pela Heavy Metal (com uma excepção).Estão editados desta heroína os seguintes livros:
- Lorna and Her Robot (Heavy Metal - 1981)
- The New Adventures of Lorna and Her Robot (Heavy Metal - 1984)
- Mouse Club (Heavy Metal - 1996)
- Leviathan (Heavy Metal - 1998)
- The Ark (Heavy Metal - 1999)
- The Eye of Dart - an - Gor (Heavy Metal - 2006)
- Sombras Perdidas (Norma Editorial - 2005)
- The Black Castle (Heavy Metal – 2008)
Como poderão verificar, trabalhar mal não é uma particularidade portuguesa. O livro “Sombras Perdidas” – “Lost Shadows” não foi editado pela Heavy Metal. Se fosse um “one-shot”, não haveria grandes problemas! Mas o que se passa é que é um livro que faz parte de uma trilogia formada por “The Eye of Dart - an – Gor”, “Lost Shadows” e “The Black Castle”… assim quem estiver interessado em comprar esta trilogia, terá de comprar o livro do meio em espanhol, ou “sacar” da Net (existem montes de possibilidades em inglês para este livro). Mas o mau tratamento editorial da Heavy Metal não fica por aqui, os dois primeiros livros são em capa mole, os restantes passam capa dura, e o último volta a ser capa mole e em tamanho diferente de todos os outros! Isto faz lembrar-me algumas editoras cá da casa, das quais nós gostamos de dizer mal…
Em relação a Lorna, heroína que normalmente traja o mínimo possível, Azpiri fez dela um excelente personagem, sobretudo na trilogia formada pelos três últimos livros a ser editados. Foi o primeiro grande arco, e penso que correu bastante bem, excepto para as roupas de Lorna. As estórias para trás são “one-shots”, por vezes com alguma ligação de personagens (Mouse, o seu arqui-inimigo), por isso podem-se ler separadamente sem problemas. A arte que Azpiri imprime a Lorna é sempre extremamente sensual e muitas vezes espectacular, sendo as estórias povoadas de estranhas criaturas do além-espaço, tramas e intrigas estranhas, povos com costumes muito próprios e pitadas de humor que são espalhadas um pouco por todo o lado. Os últimos três livros já têm uma estória mais densa e detalhada, tendo Azpiri colocado metáforas em relação à fome de destruição provocada pela espécie Humana. Espero que Azpiri continue esta linha porque se estava a tornar interessante, diferente dos antigos álbuns que eram de puro entretenimento.De notar que Azpiri deve ser fã de "Star Wars" ou não tenha aproveitado para as suas estórias os dois robots, que são baseados, sem tirar nem pôr, em C3PO e R2D2, quanto ao vilão "Mouse", é a imagem de Jabba "The Hut"...
Hoje é a apresentação desta série e este texto é um aproveitamente de outro que já tinha feito para a série.
Assim vamos ao primeiro livro: Lorna and Her Robot
Este livro apresenta a insaciável Lorna e o seu brinquedo sexual. Um robot fabricado por ela para satisfazer os seus desejos nos períodos em que se encontra sozinha no espaço profundo, qual Barbarella se tratasse!
Este robot é supercompleto… imaginem o C3PO mas com um pénis incansável! Para além disso tem óleos especiais e afrodisíacos, para além de emitir ondas sexuais, se assim o desejar, que transformam qualquer festa numa orgia…
E é assim que encontramos Lorna pela primeira vez! Mas o momento de satisfação é interrompido pela abordagem à sua nave de uns seres que procuram vingança na voluptuosa loura. Como vingança transformam-na numa mulher frígida! (lol)
O fiel robot procura-a pelos sistemas planetários circundantes, até a encontrar sexualmente fria como um penedo! A cura é tentada recorrendo a um feiticeiro: Gonardalf! (Big lol). Até a aparência é quase igual ao feiticeiro da Terra Média, mas não se esqueçam que este livro é anterior aos filmes…
Depois de uma grande queca Lorna recupera a sua potência sexual! Aqui começam uma série de histórias curtas em que Lorna fica presa num planeta onde tem as mais variadas experiências sexuais com os habitantes deste planeta… elas são amacacados, são plantas, piratas, feiticeiras, anões… boff ela pina com tudo o que se mexe, até que por fim lá consegue uma nave para sair do planeta… mas… ok, o nosso maravilhoso robot sexual encontrou uma robota no planeta que quase lhe esgota a pilha atómica!
Esse robot acaba por fugir com eles, e Lorna, bem, danou-se!:D
Esta história já tem as curvas certas, embora ainda o traço esteja um pouco em experiência. Mas a marca “mulheres de Azpiri” já se encontra aqui! Mulheres cheias de curvas, voluptuosas, muitas vezes exageradas e grandes pitadas de humor, por vezes muito negro. As mulheres de Azpiri mostram explicitamente tudo, mas implicitamente escondem também… nunca se dão completamente ao leitor! Este tem de imaginar! Azpiri é muito hábil nisto…
Iremos seguir esta série aqui. Apenas o segundo volume será omitido, pois eu não o tenho e é muiiiito difícil de encontrar.
Divirtam-se!
Softcover
Criado por: Alfonso Azpiri
Editado em 1981 pela Heavy Metal
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Zakarella
Em 1962 apareceu na Banda Desenhada uma personagem de seu nome Barbarella (criada pelo ilustrador francês Jean-Claude Forest) que vivia noutro planeta, e que usava a sua beleza e talentos sexuais para fazer a sua vidinha (e nós não temos nada a ver com isso, cada um usa os talentos que tem da forma que melhor lhe aprouver), fez tanto sucesso que foi feito um filme (hoje um filme de culto) com a mítica Jane Fonda.
Lembro-me apenas de uma cena desse filme (isto da idade é fodido para a memória – guardamos o que não precisamos, esquecemos o essencial. Um dia destes esqueço-me do meu verdadeiro nome que, para memória futura, informo ser Virgulina Labareda), bem a tal cena era de sexo (queriam o quê? Que me lembrasse dela a lavar a loiça, ou os dentes?) era com um terráqueo que, estranhou ela, quis sexo sim, mas não da forma que ela estava habituada (encostar mão-na-mão, e tudo se passava na cabeça dos intervenientes. Por estranho que pareça, actualmente alguns terráqueos adoptaram aquilo, acho que se chama “sexo tântrico”), mas o tal terráqueo quis sexo puro e duro, não há cá encostos de mãozinha, buga mazé pah troca de fluídos.
Só vos digo que a Barbarella ficou fã, não ficou tão penteadinha como de costume, mas ficou mesmo muito fã do “foder-como-no-planeta-azul”.
Ora, baseado nisto, e porque a Barbita (pohs amigos) fez tanto sucesso, foi criada por Forrest J. Ackerman, em 1969, a Vampirella, que de parecido só tinha a terminação do nome. A Vampirella era ainda “mais boa” que a Barbita, só tinha um senão: tinha uns caninos muito afiados, e gostava de espetá-los nos maus, bebendo-lhes o sangue.
A Vamp (pohs amigos) era assim a modos que uma vampira espera-aí-que-estou-a-pensar-ser-vegetariana, e até tinha um substituto, quimicamente criado, para o sangue de que precisava para se alimentar. Era isso ou comia o namorado, e isso é que não, que o gajo era bom na cama, e não se podem desperdiçar, por gula, esses seres tão raros.
E em Portugal, esse país que a maioria dos habitantes deste planeta mal frequentado nem sabe muito bem onde fica?
Bom vivíamos no doce (not) remanso de uma ditadura (é bom, se fosse ditamole era pior), e não havia cá poucas vergonhas de publicações de desenhos de mulheres quase sem roupa.
Não havia, mas passou a haver, fizemos uma revolução sangrenta (quié? os cravos antes da revolução eram brancos, passaram a vermelhos naquela longínqua noite de 24 para 25 de Abril de 1974) e pronto, passou-se do 8 para o 80, e de mulheres vestidas-dos-pés-à-cabeça passou-se para a “Gina” (fotonovela porno, para os mais novos, que nunca ouviram falar desta mítica revista).
Todavia 2 anos depois, nos idos anos de 1976 um mui ilustre desenhador/pintor de seu nome Carlos Alberto Santos teve a ideia de criar uma heroína sexy, na esteira da Barbita e da Vamp (pohs amigos), e eis que surge a Zakarella (notam a terminação do nome? É a única coisa em comum), e se bem o pensou melhor a desenhou (quase sem roupa, que aquelas tampinhas de mamilos, e tapa-passarinha metálico, não é roupa).
Com o seu (do Carlos Alberto Santos) amigo Roussado Pinto surgiram as histórias da Zakarella. Desenho de um, textos do outro.
Segundo o que o Sr. Carlos Alberto Santos me disse (sim, eu conheço-o, roam-se), funcionavam até ao contrário do normal (sendo que o normal é 1º haver uma história, e só depois surgir o desenho),com eles o C.A.S. apresentava os desenhos da Zaka (pohs amigos) ao amigo R.P., e ele, com base nos desenhos, escrevia a história. E como escrevia caramba, o Roussado Pinto foi um homem fora do seu tempo, se existisse actualmente seria um caso sério de sucesso mundial. Mesmo.
Mas voltemos à nossa Zakarella.
Viu a luz do dia no dia 1 de Março de 1976, numa revista a que emprestou o nome, e por lá andou os 28 números, até a revista deixar de ser publicada, não por culpa dela, claro.
A moça era (e é) a única heroína nacional criada de raiz por um português, e não era extraterrestre (apesar de às vezes aparecer como tal nas histórias), e também não era vampira.
Era uma escrava nada submissa, apesar de ter um dono muito sádico.
Parece (ouvi dizer) que a moça fodia bem, e servia-se da sua “arte de bem foder” para tudo o que lhe pudesse ser útil, sendo que o fim que almejava era a liberdade (tão em voga naquela época).
Às vezes as suas fodas eram um bocado ridículas… por exemplo: foder com esqueletos… heloooo?? Os esqueletos não têm pila/pinto/pénis (a menos que dentro do pénis exista um osso, mas não me parece que “fractura peniana” que é coisa para doer um bocadito, seja de aplicar aqui), portanto sem pila, fodem como??
Adiante.
A Zaka nem sequer era esquisita na escolha de parceiros (quando podia escolher), desde que isso servisse os seus intentos (fodeu com homens-peixe, homens-lagarto, esqueletos, e sei-lá-mais-o-quê).
Em 28 de Março de 1978 saiu o último número da revista, e nunca mais se viu a moça. Mas continuou a ser falada com saudade.
Em 2010, e contactado o seu autor, este cedeu os direitos que tinha sobre a personagem (só da personagem, os textos eram de Roussado Pinto) a quem almeja voltar a trazê-la para o vosso regaço.
Actualmente existe um projecto em andamento com desenhadoras e coloristas (ver aqui) também portuguesas, que vos vão deixar a babar quando tiverem o álbum nas mãos (é favor evitarem levar o álbum até ao WC, porque os livros com paginas coladas ficam estragados, e dão mau aspecto).
Tenho cá para mim que em 2014, terão uma guerreira poderosa, perigosa, apetitosa, e com pouca roupa, nas mãos.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
História de O
A História de O! Um livro escrito por Anne Desclos, com o pseudónimo de Pauline Réage, que provocou bastante polémica em França aquando da sua publicação. Este livro em 1955 ganhou o prémio da literatura francesa Prix des Deux Magots, mas não se livrou de uns quantos processos por obscenidade movidos pelo estado Francês!

Este livro foi editado a partir da compilação de "cartas de amor" de Pauline Réage para o seu amante,Jean Paulhan, que era grande amante da obra do Marquês de Sade. Este disse-lhe que ela nunca seria capaz de criar nada semelhante à obra do seu ídolo, e aqui nasce a História de O, com o prefácio "Felicidade na Escravidão".
Este livro ainda teve uma sequela, Retour à Roissy, mas que eu saiba nunca foi adaptado à Banda Desenhada.
Guido Crepax, autor italiano nascido em 1933 em Milão, e é um dos três grandes mestres do erotismo/pornografia na Banda Desenhada, isto é a minha opinião... claro! Os outros dois são Milo Manara e Eleuteri Serpieri. O seu grande ícone é Valentina, da qual eu penso que nada foi editado em Portugal, existindo deste personagem cerca de 21 histórias editadas entre 1968 e 1996. Crepax falece em 2003 com 70 anos de idade.
Este autor sempre teve preferências por histórias violentas, com raparigas sofrendo (ou não) sexualmente em "teatros" sado-masoquistas, e com muito grilhões, chicotes e queimaduras... daí que não teve grandes problemas em pegar nesta história polémica e adapta-la à Banda Desenhada.
Pelo expressivo traço de Crepax é contada a história da uma linda fotógrafa de Paris com o nome de O, cujo objectivo na sua vida é tornar-se escrava sexual do seu grande amor! Este leva-a para o castelo de Roissy onde vai ser iniciada em submissão sexual. Aqui, O, é acorrentada, chicoteada, violada por inúmeros homens... enfim, seviciada por toda a gente naquele castelo!"O" deixa fazer tudo com o objectivo de agradar ao seu namorado, mas quando sai do castelo, já convenientemente versada em submissão sexual, o seu namorado oferece-a ao seu melhor amigo, que tenho de dizer que é um sádico de primeira... o resto da história, e outros pormenores estão no livro!
Este livro tinha sido editado pouco depois do 25 de Abril de 1974, (1976) pela editora "Edições Sérgio Guimarães"! A edição apresentada é da Marginália, bastante mais recente, mas nem por isso fácil de encontrar.
Divirtam-se!
sábado, 16 de fevereiro de 2013
PoP PorN Originais: Gabinete de Provas por Osvaldo Medina e Mário Freitas
E aqui está uma nova rubrica!
Neste "PoP PorN Originais" é exibida BD/HQ original porno-erótica nunca antes publicada!
Desde que haja qualidade no desenho estamos a dispostos a publicar aqui neste cantinho, amoroso e cor de rosa, os vossos trabalhos.
Isto desde que os temas não sejam pedofilia, incesto e escatologia.
O primeiro trabalho é de Osvaldo Medina (desenho e planificação) e Mário Freitas (argumento e legendagem). Apresento-vos o:





Só têm de as aumentarem para ver melhor!
O que acharam?
:)
Divirtam-se!
Neste "PoP PorN Originais" é exibida BD/HQ original porno-erótica nunca antes publicada!
Desde que haja qualidade no desenho estamos a dispostos a publicar aqui neste cantinho, amoroso e cor de rosa, os vossos trabalhos.
Isto desde que os temas não sejam pedofilia, incesto e escatologia.
O primeiro trabalho é de Osvaldo Medina (desenho e planificação) e Mário Freitas (argumento e legendagem). Apresento-vos o:
Gabinete de Provas





Só têm de as aumentarem para ver melhor!
O que acharam?
:)
Divirtam-se!
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Ilustração: Fadas Láureas de Luís Louro
Elas são sexys...
Elas são travessas...
Elas adoram cogumelos...
E os Gnomos adoram!
Luís Louro publicou um livro de ilustração apenas dedicado a estes sexys seres. O livro respira erotismo em cada ilustração, e cada ilustração é acompanhada por um conto.
Estes contos são da autoria de alguns famosos da nossa praça (outros nem por isso) como Nuno Markl, Rui Unas, Luís Represas, Bruno Nogueira, David Soares, João Baião, Rui Veloso, etc... etc... etc...

Mas! Mas eu não liguei muito aos contos, confesso. Adorei o trabalho gráfico do Luís Louro que é muito bom! As fadinhas têm um ar super travesso, e completamente desinibido! Quem fica a ganhar?
São os Gnomos, feios como o raio que os parta... mas divertem-se!
:D
O livro é de 2004, publicado pela Prime Books.
Divirtam-se!
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Ilustração: Lorna de Alfonso Azpiri
Série de culto de um autor de culto!
Lorna (e o seu robot...)
Esta série que contas as aventuras "espaciais" desta avantajada jovem, irá cair para breve aqui no LBD PoP PorN.
Esta série é diversão garantida dentro da aventura erótica, estejam atentos!
Divirtam-se!
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Porque será??
Estive a ler o livro “Clara de noite”, que em traços gerais conta as diversas, e curtas aventuras de uma prostituta, que, às vezes até se diverte no e com o trabalho.
Uma das histórias chamou-me particularmente a atenção. Porquê? Porque há homens que realmente se têm em muito boa conta, se acham o máximo, fodem como ninguém, todas as mulheres os desejam, conseguem manter a pila em pé por horas e horas (quem vos dera tal fosse verdade… e já agora quem nos dera a nós que isso fosse verdade), e é claro dão SEMPRE um orgasmo fantástico à parceira (ok ok, eu sei, há uma data de mulheres que têm queda para actrizes e passam a vida a fingir… mas é só para que vocês saiam de cima oh incompetentes. Sim, são incompetentes se não sabem distinguir um orgasmo de um pico de prazer, ou simplesmente de uma actuação artística) e aquele até ia mais longe, afirmando/perguntando “que as putas como tu só me cobram a primeira vez e a seguir me pagam elas para sentir-me dentro dos seus corpos trémulos e húmidos?” enfim, o homem eram bom a dar à língua, mas não no local certo, conforme podem verificar se ampliarem as imagens.
E tanto falatório levou-me a pensar no pedido de uma amiga “pergunta aos gajos – eu tenho lata para o fazer, não é? – que raio de fetiche é esse de se quererem vir na nossa boca, ou de espalharem a nhãnha na nossa cara”.
Meus caros, isto também é só gabarolice vossa (como o cliente da Clara), ou pedem mesmo isto às vossas parceiras? E se pedem, podem explicar-me porquê??
Qual é a diferença entre virem-se na boca ou noutro lugar qualquer?
É poder?
Humilhação não declarada, no fundo é a forma de subjugarem a parceira?
E que cena é essa do engole ou não engole? Se não engolir passa-se o quê na vossa cabeça? E se engolir?
Alguém por aí com coragem para responder, ou vão todos dizer “eu nunca pedi tal coisa”? Eu sei que não é verdade, pois essa faz parte da lista das fantasias masculinas que recebi e que postei no Inferno, e não foi só um homem a mandar-ma.
Vá coragem. Digam-me tudo, mostrem lá o que vai nessas almas negras.
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